Era da Mobilidade é só dos Smartphones?

Para quem achou que os líderes de venda e de preferência na era da mobilidade seriam apenas os smartphones, ou ainda, para quem achou que a disputa de mercado ficaria entre o BlackBerry da RIM, com um perfil mais corporativo, e o Iphone da Apple, com um perfil de entretenimento, se enganou. Vimos o surgimento do Android que se mostrou versátil e prático, o surgimento dos Tablets e da tecnologia 3D. O que quero dizer com surgimento, é a disseminação de algo que para nós não era corriqueiro, mas atualmente o que é um smartphone sem a tecnologia touchscreen?

Pesquisas já apontam que em 2014 os tablet’s serão mais utilizados do que os nossos conhecidos notebooks. Oficialmente, os tablet’s ainda nem chegaram no mercado brasileiro, e fazer uma previsão para daqui a 4 anos acredito ser algo muito incerto, assim como não esperávamos o lançamento de uma nova tecnologia como o tablet por mais óbvia que possa parecer, não temos como prever uma lineriaridade, até lá quantas outras inovações, melhorias ou releituras podem ser lançadas? quem sabe um aparelho específico para assistir a TV online que tem sido alvo de experimentação de grandes canais. A Microsoft trabalha dia e noite no “Microsoft Surface”, o qual muita gente ainda não ouviu falar. O HP TouchSmart, tentou a algum tempo lançar uma proposta parecida com dos tablets, mas empacou nos preços altos por ser um computador Desktop e por sua usabilidade ainda ser muito parecida com a de um computador normal.

A Era da mobilidade se caracteriza por uma vasta gama de ferramentas que permitem ao usuário acessar, criar e editar dados de qualquer lugar sem estar preso a um terminal, e, com certeza, apesar de serem o principal foco da atenção, os Smartphones não são as únicas estrelas. Estamos presenciando uma acensão das câmeras digitais, que na luta para não se fundirem aos celulares estão se transformando em busca de um formato ideal e único. As câmeras digitais está fazendo o caminho inverso do que fizeram os GPS, que se acomodaram e acabaram sendo incorporados pelos smartphones recentes.

Temos que ter alguns cuidados, como por exemplo, até que ponto a comunicação e estrutura de informação aplicada em smartphones se enquadra em outros aparelhos? Temos que entender que cada uma dessas ferramentas é direcionada a um público que possibilita a leitura da mesma informação de forma diferenciada. O Smartphone é uma prova disso, eles exigem um modelo de web site diferenciado do que acessamos pelo desktop ou pelo notebook. Temos que saber filtrar o que vem para se tornar algo útil, realmente agregador, do que vem apenas para competir, fazer frente a uma novidade e que acabará sendo descontinuado e substituído daqui a um mês por um produto mais “encorpado”, isso serve tanto para os aparelhos como para os softwares que seguem a mesma tendência, muitas novidades, mas até que ponto elas são válidas? Até que ponto eles oferecem algo realmente concreto?

Usuários e desenvolvedores, nós ganhamos com essa disputa acirrada, mas também não podemos nos fechar a uma única linha de pensamento, temos que ser tão versáteis como as tecnologias que são lançadas sabendo em qual investir e o que pretendemos atingir, comunicando de forma coerente com o formato e realidade de cada aparelho. Eu acredito que os tablet’s são o incio de uma nova geração de aparelhos que está por vir, que aproveite as funcionalidades oferecidas pelo smartphones, notebooks aliados ao touchscreen, swype e a uma resolução de tela muito maior do que estamos habituados.

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